Uma feliz continuidade ao post Tropa de choque pra quê? mostra que as coisas estão evoluindo
Matéria original no Globo por Carolina LaurianoDo G1 RJ
Índio acende ‘ cachimbo da paz’ durante a Marcha da Maconha, no Rio (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)Diferente da passeata de maio, quando uma confusão entre manifestantes e policiais militares deixou alguns feridos, a Marcha da Maconha desta terça-feira (19) teve motocicletas da PM abrindo o caminho para centenas de participantes na Cúpula dos Povos, maior evento paralelo à Rio+20, no Aterro do Flamengo.
A caminhada começou pontualmente às 16h20, saindo da frente do Museu de Arte Moderna (MAM), na Zona Sul do Rio de Janeiro, em direção à Praia do Flamengo. No dia 5 de maio, a marcha foi realiozada na Praia de Ipanema. Manifestantes foram agredidos por cassetetes, balas de borrachae estilhaços de bombas de efeito moral.
Alguns desaprovam a Marcha da Maconha, que acontece nesta terça (Foto: Carolina Lauriano/G1)“Nosso objetivo é dialogar com o público da Cúpula dos Povos e queremos colocar a legalização da maconha na pauta do evento e no documento final da Cúpula”, afirmou Renato Cinco, líder do evento, que antes da marcha dialogou com policiais militares e pediu aos manifestantes para que ninguém usasse maconha durante a caminhada. “Quem fumar corre o grande risco de ser detido”, completou.
O ato contou com cartazes, faixas e gritos de guerra do grupo. Pessoas contrárias à legalização das drogas também se manifestara durante a Marcha da Maconha, mas o clima foi pacífico.








