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A amazônia dentro de cada um de nós

Em meio ao bem vindo boom que ganhou a discussão sobre Belo Monte com a entrada do movimento gota dágua, estrelado por famosos atores da TV brasileira, o filme ao final deste post, produzido por Bernardo Loyola e Felipe Milanez, nos desperta de forma profunda para o que está acontecendo de verdade na Amazônia. Estamos vivenciando a última etapa de um processo que tem suas origens na chegada dos Europeus nestas terras. Um processo de “desenvolvimento” e “progresso” tocado, ontem e hoje, com muito trabalho escravo (1), assassinatos (2), genocídios de etnias e culturas (3) vistas pela arrogância ocidental, branca e patriarcal como primitivas e ultrapassadas e um constante biocídio de milhões de espécies vivas que co-habitam Gaia conosco (4) – vistas apenas como objetos, ou no melhor dos casos, alimentos – e outras tantas já extintas que poderiam ainda estar aqui. Não está em jogo apenas quantos KiloWatts de energia Belo Monte pode produzir ou quanto custariam investimentos similares em energia solar e eólica (5), quantos bilhões serão gastos (6), quanto o PIB vai crescer (7), quantos sairão da linha de pobreza nos próximos poucos anos (8), quantos índios de fato não sobreviverão aos impactos da obra (9) e quantos trabalhadores serão submetidos a péssimas condições de trabalho (10).

O que está em jogo é uma tensão fundamental em nossa psique. Como brasileiros, como seres humanos, como terráqueos, está em jogo se seremos capazes de deixar de lado esse modo de vida predatório – virulento, como bem definido no clássico Matrix – para nos tornarmos algo mais harmônico e integrado com a natureza, de onde viemos e que nos mantém vivos. Se seremos capazes de nos tornar uma espécie sábia e diferenciada das demais justamente por nossa consciência em potencial – e que portanto reconhece os limites do planeta e tem a humildade de não querer tudo para si. Mas tem a esperteza de aproveitar o melhor da tecnologia e desenvolver uma sociedade eficiente, que pouco desperdiça, que faz mais com menos. O que está em jogo é se continuaremos colonizando esta Terra com a mentalidade ocidental, materialista, patriarcal, industrial, bélica, poluidora, gananciosa e predominantemente monoteísta. Psique essa que agora sofre duramente as consequências iniciais, justamente no território de sua origem, dos limites impostos pelas atividades empreendidas por suas atitudes arrogantes de “donos do planeta”. Atitudes de uma pretenção irreal e (aparentemente) irrefreável de ter crescimento material infinito num planeta redondo. Ou se teremos a coragem de admitir erros do passado e pensar o futuro não com a consciência obnubilada, enxergando apenas alguns poucos anos de consequências imediatistas, mas pensando em décadas e gerações que estão por vir, com uma consciência que pode (e quer) florescer, se expandir, se diversificar. Está em jogo se seremos capazes de criar uma sociedade minimamente hábil para lidar com os complexos desafios de um mundo com estimados 9 bilhões de habitantes até 2050. Em termos profundos, está em jogo se seremos capazes de nos alinhar à vida, de sermos biofílicos, ou se continuaremos propagando este modo biocida de existência que, em última análise, levará nós mesmos à total ruína. O que está em jogo é se vamos nos despedir dos aspectos ruins da cultura do passado, que já não nos servem mais – como outrora serviram – e abraçar uma nova cultura que faz muita força para nascer. O que está acontecendo na Amazônia é, em termos simbólicos Campbellianos (11) e na prática real e cruel, o que foi brilhantemente narrado no recente épico-mitológico Avatar.

veja em tela cheia aqui

(1) O observador do Brasil no Atlântico Sul

(2) Assassinato de ativista no Pará

(3) Chacina contra os Guarani-Kaiowá

(4) Patrocinador e vítima da sexta grande extinção de formas de vida na Terra

(5) Indústria Brasileira reclama dos custos da energia

(6) O custo de Belo Monte

(7) Belo Monte sustentará alta do PIB

(8) Amazônia ainda vive na pobreza

(9) Indígenas não precisam ser consultados

(10) Cento e cinquenta funcionários demitidos após protestos em Belo Monte

(11) O Poder do Mito

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Vitalidade Postural e Movimento Inteligente

por Hans Reikdal Machado, especial para o Plantando Consciência

A nossa organização postural define a qualidade dos nossos movimentos e esta relação entre postura e movimentos influencia profundamente nossas vidas, quer sejamos atletas, músicos, atores, jovens, idosos ou estejamos num processo de reabilitação motora.  Dar-se conta deste fato pode ser um gesto transformador, por isso volto a frisar: nossos padrões posturais definem a qualidade do que fazemos.

O Método Feldenkrais possibilita um mergulho neste nível da nossa organização pessoal e dá instrumentos para que cada um possa usufruir sua postura e seus movimentos em plena vitalidade e inteligência. Vamos entender um pouco mais como isso acontece.

Postura e Movimento nas Realizações

A organização postural pode facilitar ou dificultar a realização de um ato. Muitas vezes a atividade tônico-postural, distribuída em todo o organismo, sustenta intenções contrárias à realização de uma atividade. Nestes casos vivemos contradições motivacionais em nosso próprio corpo e nos restringimos a um patamar de ação inferior às nossas capacidades, desejos e sonhos.

Vejamos um exemplo concreto. Você ouve um som que vem do seu lado esquerdo. Imediatamente vira a cabeça para se direcionar à nova fonte de interesse. De maneira coordenada, o pescoço, a cabeça e os olhos buscam o mesmo alvo.  Mas o que você faz com os ombros, tronco, lombar, joelhos e pés? O que acontece no pano de fundo de sua sustentação postural durante a realização deste simples ato de se direcionar ao mundo?

Observe-se na próxima vez que olhar para o lado (um movimento realizado inúmeras vezes todos os dias). É comum observarmos que os ombros e o tronco, ao invés de ajudarem a rotação da cabeça, dificultam. Esta contradição ocorre porque os hábitos de postura não estão integrados aos motivos da ação mais corrente.

Surge uma pergunta prática, é possível fazer com que os segmentos corporais sejam coordenados de um modo que facilitem a realização do movimento atual? Sim, e este é o objetivo do Método Feldenkrais, fazer com que o nível dos hábitos de postura deixe de comprometer e passe a contribuir para a qualidade e o rendimento do nosso desempenho e auto-realização.

Integração: um salto qualitativo

Vimos que nossos padrões posturais definem a qualidade do que fazemos. E agora, começando a entender como isto acontece, podemos usar este princípio ao nosso favor. Quando a organização postural favorece a intenção de um ato, podemos realizar nossas vontades com mais facilidade, eficiência e prazer.

Quando a intenção motora e a sustentação tônico-postural estão integradas e orientadas ao mesmo objetivo, o que experimentamos é quase mágica. Sentimos mais leveza e liberdade e podemos executar os movimentos da maneira que realmente queremos. Dos movimentos mais simples aos mais sofisticados: sentar e levantar, saltar, falar, executar um golpe de judô, um giro numa dança, um assana de yoga. Tudo pode ser realizado com mais facilidade, mais precisão, mais força e menos esforço.

Vou chamar esta harmonização das intenções motoras às intenções posturais de “integração tônico-cinética das intenções”. Quando vivemos esta integração, o que antes era impossível torna-se fácil e o que já era fácil torna-se elegante. A importância deste refinamento é enorme, basta lembrarmos a famosa afirmação do Dr. Moshe Feldenkrais, “Vida é movimento. Melhore a qualidade do movimento e você melhora a própria vida”.

Integrando os Níveis de Intencionalidade


Três níveis de movimentos estão entrelaçados em nossos gestos e atos, movimentos voluntários, hábitos posturais e movimentos vitais. A influência entre eles é constante e recíproca. Esta interação pode ser mais harmônica ou mais truncada. Vejamos a que me refiro com estes três níveis para podermos entender melhor como o Método Feldenkrais trabalha no sentido da integração:

1. Movimentos voluntários (cinéticos)

Estes movimentos são mais facilmente acessíveis à escolha consciente. Este é o nível de que estamos mais conscientes e familiarizados, mesmo que muitas vezes sejam movimentos tão automatizados que nem reparamos neles enquanto os realizamos. (como no exemplo acima de girar a cabeça). São movimentos voluntários que surgem dos motivos da ação atual e, portanto, estão vinculados aos resultados imediatos da atividade corrente. Exemplos:  mover os dedos para digitar o computador, os braços para escovar os dentes, chutar uma bola, subir um degrau, etc.

2. Hábitos posturais (tônicos)

Em sua maior parte este nível de atividade não é consciente. Este é o campo da organização pessoal formada pelo conjunto dos padrões posturais. Os hábitos de postura são padrões de relações, memórias relacionais com forma específica e pessoal. Assim, o tempo postural (tônico) é diferente do tempo dos movimentos voluntários (cinético).

Podemos entender os padrões posturais como intenções estendidas no tempo.  Não tratam de objetivos imediatos como pegar uma caneta ou tocar um acorde no violão, embora participem decisivamente de todas estas ações. A atividade postural está mais relacionada aos estados emocionais, à autoimagem e a visão de mundo. Ex: a posição dos ombros em relação ao peito e ao pescoço (mais levantados ou mais para frente); a intensidade da curva lombar, a pressão da mordida ou a força com que seguramos a caneta.

As intenções posturais são anteriores às intenções cinéticas, são experiências passadas que se tornaram um fundo mais um menos permanente para o agir. Revelam a história de vida, características da família e até mesmo os traços culturais.

3. Movimentação vital.

Aqui estamos diante da manifestação de uma intencionalidade ainda mais antiga, mais primal. A inteligência e as intenções deste nível de atividade não foram adquiridas durante a biografia pessoal, nem durante a história das civilizações.  Estes movimentos vitais, como estou chamando aqui, reverberam o longo processo de organização da vida aqui na Terra. São expressão do tempo filogenético, as centenas de milhões de anos em que o sistema nervoso e a anatomia corporal ganharam forma e desenvolveram seus padrões fundamentais de ação.

A expressão desta camada mais instintiva, que é complexa e riquíssima, está diretamente relacionada com a ideia de vitalidade.  Como exemplo podemos pensar nos reflexos de equilíbrio que permeiam toda a nossa relação com a gravidade. Você está descendo do ônibus, tropeça, e sem saber como, dando pequenos saltos, movimentando os braços, a cabeça e todo o corpo, consegue se equilibrar e de repente se encontra em pé na calçada. Em dois ou três segundos, a inteligência de milhões de anos evitou que você se machucasse e continuou atuando para que você ficasse em pé plenamente orientado na vertical.

Um outro exemplo é a respiração. A sabedoria presente no ato de respirar é muito mais do que ancestral, é primitiva (na melhor acepção da palavra). Há uma coordenação muito sofisticada de ritmo e de força entre o diafragma e os músculos que ligam as costelas umas às outras e ao pescoço. Como sabemos, são movimentos vitais. E aqui podemos perceber como a camada dos hábitos posturais interage com os movimentos vitais, podendo deixar a respiração mais curta e mais localizada, ou amplamente expandindo-se em todas as direções.

Método Feldenkrais: vitalidade e inteligência


O Método Feldenkrais traz estratégias pedagógicas para Integrar estes três níveis de ação. São princípios que ajudam a integrar os hábitos de postura aos motivos da ação atual. Não se trata de aprender uma postura estereotipada segundo modelos de certo e errado. Muito pelo contrário, através da prática de sequências especiais de movimentos, o Método Feldenkrais combina imaginação, autoimagem e sensorialidade aproveitando o que há de singular em cada pessoa.

As lições de “Consciência pelo Movimento” suspendem a urgência dos atos correntes e penetram no tempo e na lógica dos padrões posturais. A partir daí, estas sequências de movimentos nos conduzem através de uma exploração que flexibiliza os hábitos e dinamiza as respostas tônico-posturais permitindo a expressão dos movimentos vitais.

O criador do Método dizia que o objetivo era a aproximação entre vontade e instinto, ou seja, entre a iniciativa consciente de um movimento e as tendências inatas. É o que estou chamando de integração tônico-cinética das intenções, quando os três níveis de intencionalidade e inteligência cooperam e seguem num mesmo objetivo. Uma qualidade de vida em que a expressão espontânea da vitalidade e a condução inteligente do fluxo dos movimentos se combinam numa organização postural maleável e certeira na direção dos sonhos escolhidos.

VIVENCIE NA PRÁTICA – WORKSHOP EM SÃO PAULO NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA


Data: ATENÇÃO, O WORKSHOP FOI ADIADO PARA 18/06

Investimento: R$ 120,00

Espaço Vajra – R Pelotas 302f, Vila Mariana – SP

Além da parte vivencial, serão apresentados:

  • Biografia do Dr. Moshe Feldenkrais
  • História do Método
  • O que é uma Formação Feldenkrais
  • O que já está disponível no Brasil.

INSCRIÇÕESfeldenkraisbrasil@gmail.com ou

Mariana  (11) 8963-4104 e  (11) 2807-1999

Instrutor: Hans Reikdal Machado - Psicólogo (USP), artista marcial (ving tsun kung fu) e instrutor de Feldenkrais (certificado pelo Feldenkrais Guild of North America). (saiba mais…)

Mais informações no blog Núcleo Feldenkrais Brasil.

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Tempo

Now is nothing,
an infinitesimal membrane of time
through which the future passes into the past.
Yet now is the only moment we experience.
And in that moment is everything we experience;
all of the present, the past, and the future.
But to be in that moment,
to have our attention be here, now;
not caught up in the past or the future,
not caught up in worry or concern,
to be at peace with what is,
to know that still center about which time turns,
Ah, that is our challenge.

Peter Russel

A recente moda por filmes 3D exemplifica bem um reducionismo muito comum, que reflete o fato de não lidarmos bem, e em muitos casos simplesmente ignorarmos uma dimensão fundamental da existência: O tempo. Qualquer filme que se propagandeia por aí como 3D na verdade é 4D, e os filmes tradicionais, ditos 2D, são 3D desde que o cinema é cinema, simplesmente porque o tempo é a dimensão extra, ignorada na conta.

Esta falta de percepção vai muito além de um preciosismo técnico ou científico e é central na situação atual da humanidade sobre a Terra. Não sabendo lidar bem com o tempo, criamos nossa incessante e enlouquecedora sociedade moderna voltada a produção na maior velocidade imaginável. Ficamos tão obcecados com a pressa em trabalhar, produzir, ir, chegar, fazer, comprar, voltar… que as expressões “correria do dia a dia” ou “correr atrás do tempo” já são lugar-comum.

Mas a percepção profunda e abrangente do tempo é central para o despertar da consciência, para que possamos criar um futuro onde haja mais recursos disponíveis do que hoje em dia, e não menos, como estamos atualmente deixando a nossos herdeiros. Precisamos nos dar conta de que a natureza opera em mútlipas escalas de tempo, que vão de micro-segundos (ou fento-segundos ou ainda menos) até milhares, bilhões de anos. Quando estendemos nossa percepção de tempo, ao menos intelectualmente, novos fenômenos se descortinam, alargando nossos horizontes.

Selecionamos duas obras onde o tempo é fundamental para a correta apreciação da situação e dos fatos, e quando o consideramos em sua escala adequada, um novo mundo de possibilidades se abre para a mente humana, usualmente prisioneira de sua limitadíssima percepção entre algumas centenas de milissegundos e não mais do que poucos anos. Além desses limites, quase todos os fenômenos tornam-se imperceptíveis e inimigináveis para a maioria de nós. De um lado, eventos rápidos, abaixo de algumas centenas de milissegundos, se tornam imperceptíveis conscientemente, porém podendo nos afetar incoscientemente em alguns casos, como nas imagens subliminares. De outro lado, fenômenos que se desenrolam de maneira muito lenta para nós parecem inexistentes, a não ser que os observemos em intervalos muito distantes e comparemos resultados, como no caso de fotografias que monitoram a situação de glaciares no mundo.

Assim sendo, profundamente reféns do aceleradíssimo bombardeamento sensorial proveniente da alta tecnologia, como a TV e a internet, onde tudo é tão rápido que chega a ser simultâneo, nos tornamos incapazes de enxergar as consequências de nossas ações no planeta poucos anos adiante. Algumas culturas ancestrais consideravam as consequências de suas ações por 7 gerações futuras, cientes que estavam das múltiplas escalas de tempo na natureza e da importância disto para a preservação da vida em gaia. O primeiro vídeo, a animação alemã Das Rad (dica do amigo Gabriel Jesus Monteiro), mostra o quão efêmera é a atividade Humana na Terra, quando vista de um ângulo diferente, onde muitos anos seriam apenas alguns instantes na vida de duas pedras

O segundo, uma palestra incrível do italiano Stefano Mancuso, abre nossos olhos para uma nova perspectiva sobre o reino vegetal, o mais abundante e essencial para a vida neste planeta, que por ser mal compreendido e desprezado, está no centro da nossa possível ruína como sociedade.

(legendas disponiveis no menu abaixo do vídeo)

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Consciência através do movimento

“Se você sabe o que está fazendo, você pode fazer o que quiser.” Moshe Feldenkrais

Quando falamos de consciência e psicodelia, em geral o que vem à tona são questões mentais. Entretanto, é muito difícil, senão impossível, concretizar o dualismo mente-corpo, que muito provavelmente é apenas uma simplificação didática. Ao olharmos as pinturas transcendentais de Alex Grey na COSM, fica evidente que não há separação entre cérebro e corpo, uma vez que os nervos se ramificam de maneira assombrosa pelo vasto território corporal. Percepção semelhante pode ser evocada pela exposição Corpos, que ocorre novamente em sampa até 8 de agosto.

É esta percepção unificada e harmônica entre corpo e cérebro que levou Moshe Feldenkrais a desenvolver método inovador de percepção corporal e florescimento da consciência ao redor dos anos 40 e 50.

Seu aluno direto e hoje intrutor do método que leva o nome de seu criador, Jerry Karzen (EUA) irá realizar palestra imperdível em São Paulo, e PC convida a todos a participarem e adubarem mais um potencial interno latente em todos nós.

Nas palavras dos organizadores:

É com muito prazer que anunciamos esta aula com Jerry Karzen (EUA) pela primeira vez em São Paulo.

O Método Feldenkrais nos dá uma oportunidade de re-experimentar nossos hábitos de movimento e postura favorecendo a formação de novos padrões. Através deste processo podemos superar as restrições impostas pelos hábitos inconscientes e desenvolver maior capacidade de escolha. O Método nos conduz à experiência imediata do corpo numa atmosfera de auto-experimentação sem julgamentos e sem compulsão por resultados. Como conseqüência, experimentamos um aprendizado orgânico e uma reorganização pessoal.

Jerry Karzen foi amigo pessoal e aluno direto do Dr. Moshe Feldenkrais, sendo um dos principais e mais respeitados continuadores desta pesquisa.
A aula acontecerá na Sala Crisantempo em São Paulo nos dias 31/07 e 01/08 das 09-16hs.

Para saber mais:

feldenkraisbrasil.wordpress.com

feldenkraisbrasil@gmail.com


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