Archive for janeiro, 2010

Democracia digital

Ken Jordan é co-fundador do realitysandwich e do evolver. Pioneiro no campo de redes sociais alternativas e forte defensor da internet sem regulamentação, Ken fala sobre o início da internet e de como o seu modelo descentralizado se opõe ao núcleo central dos meios de comunicação tradicionais. Em oposição a Facebook, Myspace ou Orkut, que são desenhados a partir de um interesse corporativo, Jordan reflete também sobre a expansão de uma rede social focada na conectividade e troca de informações, e não em fins lucrativos.

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Teoria unificada do mundo

Rabino Abraham fala um pouco sobre a cabala e os conceitos básicos da árvore da vida e da meditação cabalística. Também aborda a questão da paz mundial e sobre como podemos agir juntos para fazer a diferença.

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Outro mundo verde

Este episódio fala da necessidade de um outro mundo, verde, e da possibilidade de iniciá-lo baseado em ações de comunidade. Kevin Danaher é um ativista anti-globalização e co-fundador do Global Exchange e dos Green Festivals, festivais anuais dedicados a promover idéias e produtos ecológicos

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Gripe suína: Pandemia ou ganância?

Em outubro de 2009 publicamos neste blog o depoimento de Teresa Forcades, monja no Monasterio de Monserrat, Barcelona, Espanha. Formada em medicina, Teresa possui doutorado pela Universidade de Barcelona e especialização em medicina interna pela Universidade de Nova Iorque. No vídeo, ela faz uma série de argumentos embasados em dados científicos publicados em revistas indexadas mostrando que a gripe A não era tão perigosa quanto diziam os jornais por aí. Mais que isso, Teresa argumentava sobre problemas na produção da vacina pela empresa norteamericana Baxter e uma escandalosa atuação da OMS, em conluio com as grandes farmacêuticas, para mudar a definição de pandemia e permitir declarar uma doença não tão grave como pandemia. O que estaria por trás seriam os interesses escusos das grandes farmacêuticas pelos bilhões a serem lucrados com as vacinas. Teresa apareceu também em entrevista na TV Pública da Venezuela, reforçando seus argumentos sobre o caso. Depoimento de Rauni Kilde, suposta ministra da saúde da Finlândia, é em parte semelhante, mas teve sua credibilidade muito bem questionada. Ainda assim, tem causado muita polêmica na internet.

Eis que agora, pouco depois do governo federal gastar milhões em vacinas para a população brasileira, governos como o do Vietnã, Reino Unido e Japão pressionam a OMS por explicações e revisões no critério de pandemia, com sucesso: A OMS anunciou oficialmente que irá rever a questão. O Parlamento do Conselho da Europa iniciou investigações e de fato encontrou elos escusos entre membros da OMS e a multimilionária empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. O artigo do blog viomundo com estas e mais informações pode ser lido aqui.

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Plantas professoras

Maria Alice Campos, guia espiritual do santo daime, e Bia Labate, antropóloga, falam sobre o poder e importância das plantas professoras, em especial da amazônica ayahuasca.

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Fronteiras da consciência

James O’Dea, do IONS, dedicou sua vida ao estudo do trauma, do nível pessoal ao social. Começando de seus anos na Anistia Internacional, ele repetidamente demonstrou sua devoção em aliviar dor e sofrimento entre grupos opositores. Como chefe do IONS, seu ethos permeia toda a sociedade e revela o elo entre o estudo da consciência e o significado de compaixão.

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O culto à ganância é agora uma ameaça ambiental

Suzanne Goldenberg, correspondente ambiental do The Guardian (veja o original em inglês).

O americano médio consome, em produtos, mais do que o seu próprio peso por dia, alimentando uma cultura global de excessos que está emergindo como a maior ameaça para o planeta, segundo documento  publicado hoje. No seu relatório anual, a Worldwatch Institute diz que o culto ao consumo e à ganância pode acabar com todas as vitórias das ações governamentais sobre as alterações climáticas ou impedir uma mudança efetiva para uma economia de energia limpa.

Erik Assadourian, diretor do projeto, que liderou uma equipe de 35 pessoas para produzir o relatório, afirmou: “Enquanto não reconhecermos que nossos problemas ambientais – das alterações climáticas ao desmatamento e à extinção de espécies – são movidos por hábitos insustentáveis, não seremos capazes de resolver as crises ecológicas, que ameaçam varrer a civilização.”

A população do mundo está queimando os recursos do planeta a uma velocidade imprudente, lembra o representante da organização americana. Na última década, o consumo de bens e serviços aumentaram  em 28%, para $ 30,5 trilhões de dólares.
A cultura do consumo não é mais um hábito essencialmente norte-americano, mas está se espalhando por todo o planeta. Ao longo dos últimos 50 anos, o excesso foi adotado como um símbolo de sucesso em países em desenvolvimento, do Brasil à Índia e China, afirma o relatório. A China ultrapassou os EUA esta semana como o maior mercado automobilístico do mundo. E já é o maior produtor de emissões de gases com efeito estufa.

Tais tendências não foram uma conseqüência natural do crescimento econômico, o relatório prossegue, mas o resultado de esforços deliberados das empresas para conquistar os consumidores. Produtos como o hambúrguer – rejeitado como um alimento não saudável para os pobres no início do século 20 – e garrafas de água, são comuns no dia a dia.

A família média ocidental gasta mais com seu animal de estimação do que é gasto por ser humano em Bangladesh.

Por outro lado, o relatório notou sinais encorajadores de uma mudança na contramão da cultura de altos gastos. Ele afirma que os programas de merenda escolar denotam maiores esforços para incentivar hábitos alimentares mais saudáveis entre as crianças. A geração mais jovem também está mais consciente do seu impacto sobre o meio ambiente.

“Deve haver uma transformação global de valores e atitudes”, propõe o relatório. Nas taxas atuais de consumo, o mundo precisa erguer 24 turbinas eólicas por hora para produzir energia suficiente para substituir os combustíveis fósseis.

“Nós vimos alguns esforços encorajadores para combater a crise climática nos últimos anos”, disse Assadourian.

“Mas ao se promover mudanças políticas e tecnológicas enquanto mantemos uma cultura centrada no consumismo e crescimento, não há como avançar”.

“Se não mudarmos a nossa cultura, teremos de enfrentar novas crises. No final das contas, o consumismo não será mais viável ao passo que a população mundial crescer em 2 bilhões e economias crescerem em maior quantidade de países.”

No prefácio do relatório, o presidente do Worldwatch Institute, Christopher Flavin, escreve: “Enquanto o mundo luta para recuperar-se da mais grave crise econômica desde a Grande Depressão, temos uma oportunidade sem precedentes para dar as costas ao consumismo. No final, o instinto humano de sobrevivência deve triunfar sobre o desejo de consumir a qualquer custo. ”

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