Como chegamos até aqui?

Passado o blecaute, vem a luz.

E com a luz é hora de repensar e tentar entender como chegamos até aqui. São muitas perguntas e profundas as dúvidas sobre o futuro da internet, a grande revolução dos últimos 30 anos.

Nos vídeos abaixo, em inglês e um deles infelizmente (ainda) sem legenda em português, muitas respostas. #SOPA e #PIPA tem história. Tem passado, presente e futuro. E o futuro depende da ação de cada um de nós.

 

Desligue sua TV, saia do sofá e participe da transformação global. 2012 está apenas começando. O inverno sempre dá início à primavera. Depois da tormenta, sempre vem a calmaria. E por mais nublado que esteja, o sol continua a brilhar lá em cima.

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BLECAUTE

A Internet hoje está assim:

Como estará semana que vem???

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Desligue a TV

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O RIO

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365 dias para o fim do mundo

“Um outro mundo não é apenas possível, mas ela está a caminho! Num dia calmo, se você ouvir atentamente, conseguirá escutá-la respirando.”
Arundhati Roy

Primeiro veio a Tunísia. Logo depois veio o Egito. Então foi um efeito dominó: Iêmen, Líbia, Síria, Bahrein. Mas a Primavera não foi só árabe. O povo foi às ruas também na Grécia, Espanha, Portugal, Londres, São Paulo, e finalmente ocuparam Nova York, se espalhando daí para o resto do mundo. Apesar das manobras da mídia pra fragmentar os acontecimentos e assim impedir que nossa atenção construa um modelo significativo dos fatos, o ano de 2011 vai ser lembrado como “o ano do basta”, e os motivos são claros pra quem tem os olhos abertos: o fim do mundo está chegando.

O desenvolvimento chega à Amazônia

Como se não bastasse, 2011 vai ser lembrado também como o ano em que a ficção se tornou fato, e o Brasil decidiu protagonizar sua própria versão do filme Avatar. Acho que não é necessário dizer de que lado infeliz o governo e a mídia decidiram jogar. Belo Monte, as alterações no Código Florestal e a prospecção de petróleo em Abrolhos, colocam o Brasil no papel principal como arquiinimigo da natureza neste começo de década. É uma declaração de guerra. Nem o vazamento da Chevron adianta para aqueles que nos governam hoje: o pensamento desenvolvimentista não escuta a linguagem dos ecossistemas pois não se reconhece como parte integrante da teia da vida.

Pra piorar, a Coréia do Norte esquenta a frigideira geopolítica mundial de imprevisto neste fim de ano, e os EUA se preparam para decidir se irão de fato se tornar um estado policial digno do romance 1984 com a 2012 National Defense Authorization Act. E agora? Que fim do mundo é esse? Vamos ser engolidos por catástrofes naturais? Vamos entrar na 3ª Guerra Mundial? Vamos todos perecer em agonia, num enorme suicídio coletivo assistido?

Temos que ser cuidadosos com os significados. Em paralelo à campanha de desinformação da mídia, as idéias apocalípticas estimuladas por blockbusters de Hollywood e igrejas messiânicas também fazem parte de um tendência inconsciente de se banalizar significados profundos. Porque não é possível lucrar com a profundidade, mas a banalização é uma galinha dos ovos de ouro.

 Crise e Transformação

O fim do mundo não é uma profecia exclusiva dos místicos (que, nesta sociedade regida pelo materialismo científico, significa a mesma coisa que loucos). Em 1982, o físico austríaco Fritjof Capra publicou O Ponto de Mutação, livro no qual explicava, a partir de uma interpretação da história do pensamento ocidental através dos conceitos do I-Ching, como estávamos rumando para o fim de uma era, e como o fim do mundo é na verdade uma enorme crise de paradigmas.

No futuro, Capra será lembrado como uma das mais brilhantes e fundamentais mentes do século XX. Mas hoje, em tempos de crise, seus livros são mais facilmente encontrados em sebos, curiosamente perdidos em meio à seção de esotéricos. Por mais esdrúxula que possa soar, esta situação é decorrente do ostracismo acadêmico de um autor que ousou traçar paralelos entre a física do século XX e o misticismo oriental (no famoso O Tao da Fisica). Para a ciência dominante, de vocação newtoniana-cartesiana, falar em misticismo implica automaticamente a perda de credibilidade. No entanto, a física subatômica do século XX não é compatível com o pensamento mecanicista do materialismo científico, uma situação extremamente embaraçosa que o modelo vigente evita debater a qualquer custo.

De qualquer forma, Capra não foi o único ocidental a se encantar com o I-Ching. O escritor alemão Hermann Hesse também foi outro que mergulhou nesta sabedoria. Em seu último romance, O Jogo das Contas de Vidro (1943), os personagem fazem predições com o oráculo ancestral. Em prefácio para a tradução inglesa do “Livro das Mutações”, em 1949, Carl Jung relata como ele mesmo consultou o I-Ching para decidir se escreveria ou não o prefácio, e resumiu a qualidade atemporal do texto chinês ao dizer que “o I-Ching não oferece provas nem resultados; não faz alarde de si nem é de fácil abordagem. Como se fora uma parte da natureza, espera até que o descubramos. Não oferece nem fatos nem poder, mas, para os amantes do autoconhecimento e da sabedoria – se é que existem -, parece ser o livro indicado (…) Aqueles a quem ele não agradar não têm por que usá-lo, e quem se opuser a ele não é obrigado a achá-lo verdadeiro. Deixem-no ir pelo mundo para benefício dos que forem capazes de discernir sua significação”.

Finalmente, em 1975, dois irmãos etnobotânicos pareceram ser estas pessoas capazes de discernir sua significação, tal qual sugerido por Jung. Levando a compreensão do I-Ching a outros patamares, Terence e Dennis Mckenna publicaram The Invisible Landscape:Mind, Hallucinogens, and the I Ching (A Paisagem Invisível: Mente, Alucinógenos e o I-Ching, inédito no Brasil). Uma obra ousada, fascinante e densa (em alguns momentos praticamente impenetrável por quem não é versado em química), o livro dos irmãos Mckenna pode ser lido como uma versão contemporânea e altamente modernizada da psicoterapia jungiana com ênfase na química cerebral a nível molecular, e se manteve na obscuridade por anos até ressurgir recentemente em meio ao revival da ciência psicodélica e à elevação de Terence (falecido em 2000) ao status de profeta dos tempos modernos, ou o “Copérnico da Consciência”.

A Paisagem Invisível foi escrito a partir de uma expedição científica à Amazônia colombiana em busca de dados experimentais que comprovassem uma teoria complexa sobre a consciência que envolvia uma interpretação matemática dos hexagramas do I-Ching, conceitos da física quântica, química molecular e uma especulativa teoria holográfica da mente, acompanhados de uma boa dose de psicodélicos. Ao dissecarem o I-Ching como um antigo código binário digital e introduzi-lo num computador, os McKenna chegaram a um gráfico que, segundo eles, propunha uma descrição matemática rigorosa da estrutura temporal do universo. Leia o resto deste post »

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Como alimentar 9 bilhões sem destruir o planeta?

Neste momento de tensão política em prol do avanço econômico a qualquer custo, com Belo Monte e código ruralista a todo vapor e Rio+20 a caminho, esta palestra de Jason Clay, da WWF, nos traz alertas surpreendentes e da maior importância. O desafio de produzir alimentos para 9 bilhões de pessoas até 2050 mantendo alguma chance de sobrevida para a biodiversidade planetária não será vencido com perspectives simples e unidirecionadas, como a da expansão da soja, por exemplo. Pessoas, governos e ONGs precisam atuar em todos os níveis. No meio da tensão política entre governo brasileiro e ONGs, o alerta fica ainda mais importante. Trata-se de tarefa sem precedentes para a humanidade, e precisamos abrir o olho já. Agricultura é o maior utilizador de venenos, toxinas e poluentes, dentre todas as atividades humanas. Na agricultura gastamos atualmente o dobro da água que consumimos em todas as demais atividades humanas no planeta, e água é o principal recurso que temos de preservar para nos mantermos vivos. Os dados são avassaladores. O desperdício, por exemplo, é responsável pela perda de 1/3 de todos os alimentos que se produz no mundo. E quanto a isso, todos, sem excessão, podem fazer algo. E é disso que trata a palestra, o que pode ser feito de positivo, por ONGs, governos, empresas e cidadãos, se trabalharmos de maneira consciente e colaborativa.

vídeo com legendas em português e inglês, no menu acima clique em CC

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Psicodelia de papel

As fotos destas esculturas da artista Jen Stark foram encontradas no blog do Nassif

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A amazônia dentro de cada um de nós

Em meio ao bem vindo boom que ganhou a discussão sobre Belo Monte com a entrada do movimento gota dágua, estrelado por famosos atores da TV brasileira, o filme ao final deste post, produzido por Bernardo Loyola e Felipe Milanez, nos desperta de forma profunda para o que está acontecendo de verdade na Amazônia. Estamos vivenciando a última etapa de um processo que tem suas origens na chegada dos Europeus nestas terras. Um processo de “desenvolvimento” e “progresso” tocado, ontem e hoje, com muito trabalho escravo (1), assassinatos (2), genocídios de etnias e culturas (3) vistas pela arrogância ocidental, branca e patriarcal como primitivas e ultrapassadas e um constante biocídio de milhões de espécies vivas que co-habitam Gaia conosco (4) – vistas apenas como objetos, ou no melhor dos casos, alimentos – e outras tantas já extintas que poderiam ainda estar aqui. Não está em jogo apenas quantos KiloWatts de energia Belo Monte pode produzir ou quanto custariam investimentos similares em energia solar e eólica (5), quantos bilhões serão gastos (6), quanto o PIB vai crescer (7), quantos sairão da linha de pobreza nos próximos poucos anos (8), quantos índios de fato não sobreviverão aos impactos da obra (9) e quantos trabalhadores serão submetidos a péssimas condições de trabalho (10).

O que está em jogo é uma tensão fundamental em nossa psique. Como brasileiros, como seres humanos, como terráqueos, está em jogo se seremos capazes de deixar de lado esse modo de vida predatório – virulento, como bem definido no clássico Matrix – para nos tornarmos algo mais harmônico e integrado com a natureza, de onde viemos e que nos mantém vivos. Se seremos capazes de nos tornar uma espécie sábia e diferenciada das demais justamente por nossa consciência em potencial – e que portanto reconhece os limites do planeta e tem a humildade de não querer tudo para si. Mas tem a esperteza de aproveitar o melhor da tecnologia e desenvolver uma sociedade eficiente, que pouco desperdiça, que faz mais com menos. O que está em jogo é se continuaremos colonizando esta Terra com a mentalidade ocidental, materialista, patriarcal, industrial, bélica, poluidora, gananciosa e predominantemente monoteísta. Psique essa que agora sofre duramente as consequências iniciais, justamente no território de sua origem, dos limites impostos pelas atividades empreendidas por suas atitudes arrogantes de “donos do planeta”. Atitudes de uma pretenção irreal e (aparentemente) irrefreável de ter crescimento material infinito num planeta redondo. Ou se teremos a coragem de admitir erros do passado e pensar o futuro não com a consciência obnubilada, enxergando apenas alguns poucos anos de consequências imediatistas, mas pensando em décadas e gerações que estão por vir, com uma consciência que pode (e quer) florescer, se expandir, se diversificar. Está em jogo se seremos capazes de criar uma sociedade minimamente hábil para lidar com os complexos desafios de um mundo com estimados 9 bilhões de habitantes até 2050. Em termos profundos, está em jogo se seremos capazes de nos alinhar à vida, de sermos biofílicos, ou se continuaremos propagando este modo biocida de existência que, em última análise, levará nós mesmos à total ruína. O que está em jogo é se vamos nos despedir dos aspectos ruins da cultura do passado, que já não nos servem mais – como outrora serviram – e abraçar uma nova cultura que faz muita força para nascer. O que está acontecendo na Amazônia é, em termos simbólicos Campbellianos (11) e na prática real e cruel, o que foi brilhantemente narrado no recente épico-mitológico Avatar.

veja em tela cheia aqui

(1) O observador do Brasil no Atlântico Sul

(2) Assassinato de ativista no Pará

(3) Chacina contra os Guarani-Kaiowá

(4) Patrocinador e vítima da sexta grande extinção de formas de vida na Terra

(5) Indústria Brasileira reclama dos custos da energia

(6) O custo de Belo Monte

(7) Belo Monte sustentará alta do PIB

(8) Amazônia ainda vive na pobreza

(9) Indígenas não precisam ser consultados

(10) Cento e cinquenta funcionários demitidos após protestos em Belo Monte

(11) O Poder do Mito

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Maconha, Saúde e a Lei

O ocorrido: em noite até então pacífica, dezenas de estudantes se revoltam contra uma dúzia de viaturas e dezenas de policiais. Briga, violência, abusos, prejuízos diversos (que seguem aumentando numa avalanche desproporcional…)

O local: A maior e (ainda tida como) melhor universidade do país, a USP.

O (suposto) problema: Uma planta de uso milenar, com propriedades médicas e científicas valiosas e adorada para uso recreativo por milhares há muitos e muitos anos.

A lei (11.343/2006) resumida: Não se pode plantar, nem vender nem distribuir. Mas consumo próprio não é crime com punição por detenção, pois não oferece danos a terceiros.

Um detalhe da legislação, como nos alertou o jurista Walter Maierovitch: “Não pode o universitário ser objeto de presunção de criminoso, pela mera condição de universitário de cursos superiores”

“O pensamento há de ser livre, sempre livre, permanentemente livre, essencialmente livre”

Apesar das palavras claras do ministro do STF, Celso de Mello, em junho, após a PM paulista brutalmente avançar sobre população pacífica que exercia seus direitos constitucionais de livre expressão de idéias na Av. Paulista, a maconha continua sendo o alvo principal de uma política equivocada, que há mais de 40 anos traz mais prejuízos do que soluções. Se não bastassem os trágicos resultados da Guerra às Drogas, já considerada por uma conferência recente nos EUA como uma empreitada “fora de controle” (Reform Conference) e pelo ex-presidente FHC e uma comissão pluralista e multidisciplinar (Drogas e Democracia) como um equívoco que deve ser revisto urgentemente, a política intolerante de proibição arbitrária de algumas drogas está emperrando também a ciência e o avanço da medicina. SIM, isso mesmo. A maconha tem inúmeros potenciais medicinais e terapêuticos, sendo um deles inclusive o uso recreativo, que tem em sua base uma busca, mesmo que inconsciente, de minimizar tensões e estresses do dia a dia, ocorrências tão frequentes nas cidades atuais. Mais ainda onde reina uma política equivocada que não consegue estabelecer diálogos entre os diversos setores da sociedade nem mesmo dentro da universidade (!), apelando à uma organização militar para mediar o que deveria ser um dos pilares centrais da educação de qualidade: o diálogo franco e não-violento. Aos que se preocupam com a violência e demandam mais segurança, incluindo PM dentro da USP, ja praticamente dentro de salas de aula, vale lembrar que nesse rumo estaremos abdicando do mais importante de todos os preceitos democráticos: a liberdade.

Aquilo que te protege, também te limita.

A questão é ainda mais grave porque a PM brasileira é uma das mais violentas do planeta, e está sob sérios problemas de corrupção, sendo inclusive suspeita de assassinato de uma juíza e ameaças de morte a um deputado que teve de fugir do país, ambos do RJ. Coisas do pior nível de tempos nada democráticos. De maneira indireta, combina com um reitor que não foi eleito pela comunidade que atualmente representa na Universidade de São Paulo. Enquanto a guerra as drogas sai totalmente fora de controle, a corrupção policial aumenta, e aqueles que, assustados e amedrontados com a escalada da violência demandam segurança através de maior e mais equipado policiamento, não percebem que os supostos protetores de hoje podem se tornar os grandes abusadores de amanhã. Como há muito profetizou Alan Moore: “Quem vigia os vigilantes?

No intuito de contribuir com o diálogo democrático, a educação, a ciência, a medicina e a paz; e não menos importantemente de repudiar a violência, Plantando Consciência convida para a exibição do documentário “Esperando para fumar: Maconha, Saúde e a Lei” no dia 17/11, quinta-feira, as 20h no Cineclube SocioAmbiental – Sala Crisantempo (R. Fidalga 521 Vl Madalena). A entrada é colaborativa (ou seja, é de graça, mas vc pode levar coisas que esteja disposto a doar). Após o filme, teremos uma CONVERSA com Henrique Carneiro, Prof de História na FFLCH da USP, Renato Filev, doutorando da UNIFESP que estuda o sistema endocanabinóide – o sistema fisiológico natural que todos temos dentro de nossos corpos (até mesmo os PMs), onde atua a famigerada cannabis – e Maurício Fiore, doutorando em Ciências Sociais na UNICAMP e pesquisador do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento); todos membros do NEIP – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos.

O filme aborda principalmente a história da maconha nos EUA, os tempos antes de sua proibição, a questão médica outrora e agora e abusos policiais que também ocorrem em terras gringas. A narrativa servirá de base de dados e pano de fundo para uma discussão mais ampla e extremamente pertinente à sociedade brasileira. Divulgue, compareça, participe e contribua!

Temos também DVDs legendados em português a venda, com exclusividade. Interessados que não puderem comparecer na exibição, por favor entrar em contato pelo plantando@plantandoconsciencia.org

E como o debate e a informação são essenciais, já fica o convite para o lançamento do livro “O fim da Guerra: A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas“, de Denis Russo Burgierman. Na Livraria da Vila (R. Fradique Coutinho 915) no dia 28/11 as 19 horas

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A história da crise

Dos mesmos produtores do famosíssimo “A história das coisas“, e das sequências sobre a água engarrafada, credito de carbono, eletronicos etc, foi lançado hoje “The Story of Broke”. Por enquanto apenas em inglês

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